(fala inaudível da pesquisadora)
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
– Pastora: “E aí, quer mais? Não? Só pra saber”
– Pesquisadora: “Tem verso?”
– Pastora: “Pode botar! Inclui qualquer verso. A gente inclui qualquer verso”
– Pesquisadora: “Bote um verso pra gente ver…”
– Pastora: “Bota, Arcanja?”
– Pastora: “Ô bateu asas… Como é?”
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
Ô quem vier hoje ao presepe, venha de boca calada
Ô venha de boca calada
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
– Pastora: “E como é? Como é restante? Eu esqueci”
– Pastora: “Esqueceu (risadas)”
– Pesquisadora: “O restante do verso”
– Pastora: “Do verso”
– Pastora: “Aí né…”
– Pesquisadora: “Quem vier hoje ao presepe, venha de boca calada”
E quem não ama a Deus Menino, não tem fortuna nem nada
Não tem fortuna nem nada
– Pastora: “Aí porque é o verso já é…”
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
Ô quem vier hoje ao presepe, venha de boca calada
Ô venha de boca calada
Ô bateu asas, cantou galo
Aonde o Salvador nasceu (Bis)
E quem não ama a Deus Menino, não tem fortuna nem nada
Não tem fortuna nem nada
Projeto Livro Cantigas de Um Baile Pastoril – A Queimada da Palhinha. 14 de março 2015. Bateu Asas, Cantou Galo.
No presente fonograma, as pastoras e pastores performam “Bateu Asas, Cantou Galo”. Cantiga ao som de canto em grupo de vozes femininas e masculinas, iniciada por voz solo da anciã. A cantiga celebra o início de um novo dia a partir do cantar do galo e o nascimento de Deus Menino.
Corte do trecho inicial, extração de trecho entre 12s e 17s e 21s e 32s. Retirada de trecho final.
Equalização para compensar perdas. Limitação da variação de intensidade sonora - via compressão. Amplificação da faixa pós- processamento.